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BICHOTERAPIA

Pesquisas mostram que quem tem um animal de estimação gasta menos com médicos, previne problemas cardíacos e se recupera melhor de cirurgias. Em vários países, hospitais já admitem a presença deles para auxiliar no tratamento e elevar a auto-estima dos pacientes. Animais bem tratados e com atestado veterinário são aceitos nos hospitais e mesmo que o paciente esteja com a imunidade baixa, estes doentes correm mais risco de serem contaminados pelas pessoas que visitam do que pelos cães e gatos. Eles podem ser fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais, melhoram o bom humor e os relacionamentos.

Os animais ajudam crianças com problemas na escola, na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. Famílias que têm bichinho de estimação têm a pressão sangüínea, os níveis de colesterol e o stress diminuídos. Os benefícios de possuir um amigo, além de nos manter mais saudáveis, unificam famílias em crise, em alguns casos, como já relataram psicoterapeutas familiares.

Para ter tudo isto, basta adotar um animalzinho, cuidar bem dele e respeitá-lo. Você nunca reparou como as pessoas que estão passeando com seus companheirinhos são alegres, comunicativas e sorridentes. E os donos responsáveis, que levam seus amigos para passear regularmente, ainda fazem exercício!

O uso de mascotes nas terapias pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem gastos com saúde pública. Portadores de deficiência física e mental, delinqüentes juvenis, pessoas que sofreram abuso sexual e violência doméstica e presidiários estão entre os beneficiados, pois a terapia com animais não exige grandes investimentos. Os governos podem fazer economia investindo em campanhas de posse responsável, aumentando assim o respeito das pessoas para com os animais e diminuindo o número de abandonados. A Organização Mundial de Saúde criou a Declaração Bichos de Estimação na Escola, que enfatiza a necessidade de crianças conhecerem mais sobre os animais e de interagir com eles na sala de aula, criando um ambiente escolar estimulante e ajudando no desenvolvimento individual delas. A maioria dos países desenvolvidos tem programas assim e o projeto já se mostrou eficaz e benéfico.

Estudos provam que uma criança que convive com animais no primeiro ano de vida, pode ter menos riscos de desenvolver alergia. A exposição desde cedo estimula o sistema de defesa a criar formas de proteger o organismo contra substâncias que desencadeiam reações alérgicas.
As experiências da “bichoterapia” são impressionantes!

FONTE: revista Cláudia dez/2001